Bunia, República Democrática do Congo, 28 de outubro de 2026 — A recuperação do ebola exige acompanhamento mesmo depois da alta. Em atualização publicada na terça-feira (27), a Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou o trabalho de clínicas dedicadas aos sobreviventes no país.
Continuidade do atendimento
A unidade de Bunia funciona desde 19 de setembro e já prestou assistência a mais de 400 sobreviventes. Uma segunda clínica, em Beni, recebe pacientes desde 17 de outubro.
O atendimento reúne medicina geral, psicologia, nutrição e exames laboratoriais. A iniciativa envolve o Ministério da Saúde e a OMS, com apoio internacional.
Recuperação e reintegração
Dores nas articulações, fadiga e dificuldades de memória estão entre os efeitos que podem persistir. O acompanhamento também oferece acolhimento contra o estigma e apoio à reintegração comunitária.
Segundo a OMS, mais de 90% dos sobreviventes contatados comparecem às consultas de acompanhamento. Além de tratar sequelas, as clínicas contribuem para a vigilância e a prevenção do ressurgimento da doença.
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